Saúde

Saúde mental

O que é saúde mental

Ter saúde mental é ter equilíbrio emocional para lidar com problemas externos e internos, é ter capacidade de lidar com as próprias emoções e problemas, além de saber lidar com o outro, mantendo uma certa plenitude. Em outras palavras: saúde mental é ter qualidade de vida cognitiva, comportamental, socio-emocional, estudantil e profissional.

Sendo assim, pensar saúde é pensar além da condição genética de cada indivíduo, é pensar nossa sociedade e sua estrutura como um todo, observando se esta propicia vulnerabilidade tal a desencadear transtornos mentais; se somos preparados para lidar com nosso emocional ao ponto de termos relações interpessoal saudável.

Medo, ansiedade, estresse são normais diante da vida, mas quando o medo, a ansiedade, o estresse começam a trazer prejuízo para a vida da pessoa, então podemos dizer que se tornou patológico. Nenhum de nós está livre de desencadear algum tipo de transtorno psiquiátrico.

Mas observamos, conforme muitas pesquisas científicas no Brasil e no mundo, que a prevenção é um dos caminhos para uma sociedade com indivíduos mais saudáveis. As pesquisas nos mostram ainda que a prevenção mais acertada seria uma prevenção na escola e desde os primeiros anos. Portanto, pensar saúde mental nos leva a pensar em um todo, desde saúde mental na escola, trabalho, religião e SUS. Tendo em vista os pontos principais. O resumo simples abaixo baseia-se em cada uma destas áreas.

Saúde mental na escola

10 a 20% das crianças e adolescentes apresentam algum tipo de transtorno mental, e em muitos casos necessitando de atendimento especializado. A escola é um núcleo da sociedade, o segundo núcleo social de uma criança, já que o primeiro é seu lar.

Sendo assim, a escola também como meio de prevenção de saúde mental é uma porta para uma sociedade mais saudável. Visto que a democratização da escola, ou seja a acessibilidade mais ampla à escola, os problemas de saúde mental também se tornou um problema escolar. A aprendizagem e comportamento sócio emocional andam juntos.

A escola é um espaço de aprendizagem escolar, mas também de inclusão e desenvolvimento sócio emocional, e pais e educadores (professores) devem entender esse contexto e caminhar juntos para a aprendizagem sócio emocional das crianças e adolescentes. A escola pode e deve ser um lugar de prevenção de transtornos mentais evitáveis e um local onde deve ser e ter implementado políticas públicas de saúde mental, visto ser um local de grande acesso à população onde pode ser um local de prevenção e também de intervenções de base e de forma constante.

A lei de diretrizes da base educacional nacional (LDB) coloca a saúde como tema transversal em todas as disciplinas. Sendo assim, a escola, além de um local de aprendizagem de conteúdos, também pode e deve ser um local de aprendizagem sócio emocional, ser um local de aprendizagem de consciência emocional, social e de crescimento pessoal; aprender a lidar com questões emocionais, aprender a lidar com medos, insegurança, frustração, entre outros se faz necessário para uma vida emocional, social, estudantil e futuro cidadão e profissional mais saudáveis do ponto de vista da saúde mental.

A escola pode, além de ser um local de aprendizagem de conteúdos, prevenir, observar, detectar, auxiliar e encaminhar crianças e adolescentes com questões não apenas oftalmológicas, otorrinas, mas também com TDAH, dislexia, autismo, transtornos alimentares, ansiedade e depressão, entre tantos outros transtornos psiquiátricos, assim como uso de drogas e abuso sexual infantil e adolescente. 

Saúde mental no trabalho

Trabalhar muito, durante muitas horas, pode trazer dificuldades para a saúde, principalmente por conta do ambiente de trabalho ou da relação com as pessoas, equipe de trabalho ou clientes. Pode também trazer doenças e até mesmo a morte. Algumas doenças que podem ser causadas por conta das horas de trabalho, ambiente de trabalho, quantidade de trabalho são o estresse e a ansiedade, podendo levar até mesmo a depressão.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), um ambiente de trabalho que não é agradável para o trabalhador é um dos principais causadores e potencializadores de doenças físicas e mentais. Trabalhar muito, durante muitas horas, pode trazer dificuldades para a saúde, principalmente por conta do ambiente de trabalho, a relação com as pessoas, equipes ou clientes, também trazendo doenças e até mesmo a morte.

Portanto, a saúde mental é uma das principais preocupações que devemos ter sobre nós e a rotina de trabalho que podemos ter. No entanto, segundo a Associação Internacional de Manejo do Estresse (ISMA), pelo menos 72% dos trabalhadores brasileiros sofrem e ao contrário da saúde/sanidade mental, temos a insanidade mental, que podem acrescentar algumas características de estresse, ansiedade, depressão e pânico, entre outras doenças ao trabalhador.

Sem falar que estresse, transtorno de ansiedade e depressão são doenças mentais que mais atingem a população mundial. São mais de 300 milhões de pessoas no mundo que sofrem com elas. Relatórios ainda apontam que ambas já são algumas das doenças mais incapacitantes. A complexidade da situação mostra a necessidade de imersão no problema de forma sistemática, ética e transparente. Como pano de fundo do crescimento dos agravos à saúde mental relacionados ao trabalho no Brasil, destaca-se o processo de globalização e o fortalecimento do capital financeiro, notadamente do chamado capitalismo acionário, que exige altas taxas de rentabilidade das empresas, estabelecendo grande pressão sobre os trabalhadores. 

Segundo a Associação Internacional de Manejo do Estresse (ISMA), pelo menos 72% dos trabalhadores brasileiros sofrem alguma sequela ocasionada pelo estresse das horas de trabalho somado à qualidade de trabalho e ao ambiente do mesmo. Ainda, fora do horário de trabalho, por necessidade e por sensação de responsabilidade ao trabalho e medo de perder o mesmo, o colaborador dedica mais tempo do seu dia para realizar determinadas atividades.

Esta exposição ao número excessivo de expectativas negativas gera estresse, podendo levar a pessoa a péssima qualidade do sono, irritabilidade, ansiedade, e até mesmo alto índice do cortisol no sangue, levando ao desenvolvimento outros transtornos mentais como depressão e burnout, entre outras e doenças físicas tais como infarto e AVC (derrame cerebral), entre outras.

Na Rede Estadual de Atenção à Saúde do Trabalhador, são discutidos os agravos à saúde mental que mais frequentemente acometem a população trabalhadora; são descritos seus quadros clínicos e fatores psicossociais associados nos processos de trabalho, considerando a epidemiologia desses agravos, os riscos e impactos que a organização do trabalho tem sobre a saúde dos trabalhadores. Buscando disponibilizar orientações técnicas que auxiliem profissionais dos serviços de saúde pública no enfrentamento do fenômeno do crescimento dos transtornos mentais em nosso país. 

Conforme o diagnóstico e manejo das principais situações de adoecimento e transtornos mentais relacionados ao trabalho, a dificuldade de relacionamento interpessoal, a cobrança em excesso, a competitividade, o ambiente instável e hostil, o isolamento e assédio moral, assim como a falta da segurança, também podem ser causadores de estresse, medo e ansiedade, desencadeando outros possíveis transtornos tanto para o indivíduo/funcionário, quanto para a empresa, assim como para o sistema de saúde. 

As vivências de prazer e sofrimento são consideradas pela psicodinâmica do trabalho como coexistentes entre si, com preponderância de uma sobre a outra. O prazer é vivenciado quando são experimentados sentimentos de valorização e reconhecimento no trabalho e o sofrimento é vivenciado quando é experimentado o desgaste em relação ao trabalho que vem na forma de desânimo e descontentamento.

Em um primeiro momento, o sofrimento é o limite entre a saúde e a doença, visto como um processo dinâmico vinculado à organização do trabalho. O grande desafio é encontrar na organização do trabalho condições em que o sofrimento possa ser transformado em proveito do trabalhador e da organização. Dar visibilidade ao adoecimento mental e estabelecer a relação com o trabalho tem sido um desafio para todos os profissionais da área de saúde do trabalhador. No entanto, é importante salientar que transtornos e doenças mentais podem acontecer com qualquer um, principalmente, àqueles que possuem predisposição genética ou que estão em constante pressão dentro do próprio trabalho, independente do cargo, setor ou tamanho da empresa em que atua. 

Relações interpessoais

No mundo corporativo a alma do negócio é a habilidade nas relações interpessoais, saber se relacionar, ter um bom relacionamento de convivência independente das diferenças de opiniões, de visão, de comportamento, ou cultura. É importante para o sucesso da carreira, já que quem se relaciona bem tem mais facilidade pra trabalhar em equipe, para concretizar negócios, fidelizar clientes, ter bons fornecedores, manter a colaboração entre todos a volta. Para o relacionamento interpessoal existem cinco pilares básicos: 

  1. Autoconhecimento – Reconhecer nossas fraquezas, pontos fortes, qualidades e o que precisa ser melhorado em nós mesmos; reconhecer nossas limitações e trabalhá-las fica mais fácil aceitar o outro com suas limitações, fraquezas e qualidades. 
  2. Empatia – Que é a nossa capacidade de se colocar no lugar do outro pra entender seus pontos de vista, opiniões, motivações, que é a melhor forma de chegar em acordo com as pessoas. 
  3. Habilidade de expressão – Expressar nossas vontades, gostos, dificuldades e conhecimentos de forma clara, objetiva, serena e respeitosa.
  4. Cordialidade e gentileza – Pequenos gestos de boa vontade e delicadeza é um facilitador para um bom relacionamento. Ex. segurar a porta do elevador, ajudar alguém a recolher os papéis do chão ou algo que caiu é mostrar apreço pelas pessoas. 
  5. Ética – Se em nossas ações não prejudicarmos os outros deliberadamente, não quebrarmos os acordos, honrarmos nossa própria palavra, não irmos contra o que consideramos correto e justo, teremos uma grande chance de ser ético. 

Não podemos ter expectativas de que os outros mudem para termos um bom relacionamento com elas, isto seria nos colocarmos na dependência do outro, quando na verdade devemos mudar nossa maneira de lidar com as pessoas para que nossos relacionamentos se transformem e sejam mais saudáveis. 

Religião, psicopatologia e saúde mental

A religiosidade é uma das dimensões mais marcantes e significativas da experiência humana cotidiana, o que a torna um objeto de investigação dos mais complexos. Em religião, psicopatologia e saúde mental, o autor aproxima-se do fenômeno “religião” passando por disciplinas como psicopatologia, psicanálise e psicologia, bem como antropologia e sociologia da religião.

Pesquisas de estudos de epidemiologia e religião feitas por Dalognarol no exterior e no brasil mostraram que a religião pode ter efeito positivo na saúde do indivíduo. A prática religiosa protege o indivíduo de uma série de enfermidades, inclusive no campo da saúde mental, conforme o indivíduo vive sua religiosidade no cotidiano. 

Muitos dos primeiros hospitais para cuidar das pessoas doentes mentais foram organizados por monges, frades e sacerdotes. A religião também é uma vivência de relações interpessoais, também através das assistências sociais praticadas pelos seus grupos religiosos. Os efeitos podem ser observados de vários pontos de vistas como o da psiquiatria, a psicologia e a saúde mental, observam pontos positivos na saúde e qualidade de vida e conforme a fé da pessoa.

Existem religiões que incentivam a busca de tratamento médico e outras que desmotivam, embora tudo depende de como a pessoa percebe a vida.

O tratamento moral da religião pode gerar sofrimento psíquico por castração através do sentimento de culpa, do medo e remorso. Mas de modo geral a fé de uma pessoa dentro da religião e espiritualidade que ela crê, pode gerar qualidade de saúde e de vida pela capacidade que a religião tem de influenciar a pessoa em seu modo de lidar com as situações da vida, como o estresse, sofrimento, problemas vitais e até como lidam ou como sentem o suicidio, por exemplo.

As crenças religiosas podem proporcionar maior aceitação, firmeza, e capacidade de adaptação nas situações da vida. O tratamento moral também pode tornar a pessoa forte. 

O profissional precisa entender como o outro funciona para poder trabalhar dentro dele também dentro do seu contexto de vida sócio, cultural e religioso, como um todo. Mas observando dentro daquilo que o paciente trouxer o que é da religião, da pessoa ou de um quadro mental a ser tratado com cuidado e respeito por cada vida, sabendo lidar e manejar de forma positiva. 

Estratégias de atendimento em saúde mental nas unidades básicas de saúde

De acordo com o Sistema Único de Saúde (SUS), a saúde mental é um estado de bem-estar do ser humano. Em que o indivíduo é capaz de usar de suas habilidades se recuperando do estresse do dia a dia e ser produtivo. 

A Política Nacional de Saúde Mental é uma ação do Governo Federal, coordenada pelo Ministério da Saúde, que compreende as estratégias e diretrizes adotadas pelo país para organizar a assistência às pessoas com necessidades de tratamento e cuidados específicos em saúde mental. Abrange a atenção às pessoas com necessidades relacionadas a transtornos mentais como: depressão, ansiedade, esquizofrenia, transtorno afetivo bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo. E pessoas com quadro de uso nocivo e dependência de substâncias psicoativas, como álcool, cocaína, crack e outras drogas.

O acolhimento dessas pessoas e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias, conforme cada caso. Os indivíduos em situações de crise podem ser atendidos em qualquer serviço da Rede de Atenção Psicossocial, formada por várias unidades com finalidades distintas, de forma integral e gratuita, pela rede pública de saúde.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) nas suas diferentes modalidades são pontos de atenção estratégicos da RAPS: serviços de saúde de caráter aberto e comunitário constituído por equipe multiprofissional e que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial e são substitutivos ao modelo asilar. 

Além das ações assistenciais, o Ministério da Saúde também atua ativamente na prevenção de problemas relacionados a saúde mental e dependência química através de centros de referências, implementando, por exemplo, iniciativas para prevenção do suicídio por meio de convênio firmado com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que permite a ligação gratuita em todo o país. Saiba maiores informações no site oficial do Ministério da Saúde.

Glaucia Ribeiro de Assis 

Psicóloga 

Curso de Extensão: Saúde Mental: Estratégias, Dimensões, Interações Sociais e Relações Interpessoais 

Faculdade UniBF. 

 

Referências: 

Instrumentos de avaliação em saúde mental – Clarice Gorenstein, Yuan-Pang Wang, Ines Hungerbühler 

Livro: Saúde Mental na Escola – O que os educadores devem saber. 

autores: Gustavo M. Estanislau, Rodrigo Affonseca Bressan. 

Saúde mental e trabalho: os problemas que persistem – Leny Sato, Marcia Hespanhol Bernardo. 

Saúde mental no trabalho: contradições e limites – Amanda de Vasconcelos, José Henrique de Faria. 

Saúde mental e psicologia do trabalho – José Roberto Heloani, Cláudio Garcia Capitão. Religião, psicopatologia e saúde mental – Paulo Dalgalarrondo. 

Psiquiatria, Saúde Mental e a Clínica da Impulsividade – Hermano Tavares, Cristiano Nabuco de Abreu, Liliana Seger, Mirella Martins de Castro Mariani, Tatiana Zambrano Filomensky, 

Relações Interpessoais – Prof. Regina Giannetti D. Pereira (Vídeo aula UniBF). Estratégias de atendimento em saúde mental nas unidades básicas de saúde – Juliana Reale Caçapava, Luciana De Almeida Colvero 

Práticas Psicológicas e Dimensões de Significação dos Problemas de Saúde Mental – Mônica Lima, Mônica de Oliveira Nunes. 

ttps://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_mental volume 5.pdf https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/centro-de-atencao psicossocial-caps 

https://scielosp.org/article/sausoc/2013.v22n4/1072-1083/pt/ 

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt3588_22_12_2017.html

Glaucia Ribeiro De Assis
Últimos posts por Glaucia Ribeiro De Assis (exibir todos)
Etiquetas

Artigos relacionados

26 Comentários

  1. Muito bom seu trabalho esclarecedor, sem dúvida, para nós operadores do direito no Brasil, nos deparamos com diversos casos patológicos, exigindo uma reparação , agora bem crescendo o número de casos, no campo , trabalhista e , no auxílio doença, com casos graves de depressão, precisamos de se muito cedo, cuidar da saúde, de nossa população, que está sofrendo com tanta pressão em todas os contextos.

    1. Dra. Marcia, fico feliz com a participação do seu comentário, que como advogada conhecedora das demandas de doenças que levam prejuízos tanto para a pessoa e familiares, quanto para as empresas em questão, vem corroborar com a necessidade de artigos que falam de assunto tão importante e de modo a levar mais conhecimento a fim de esclarecer, combater estigmas e preconceitos. Mas sobretudo para despertar as pessoas a se cuidarem com mais respeito
      e amor.

    1. Elaine, alegria e gratidão por você ter lido e apreciado o artigo! Sim, com certeza, com qualidade de vida emocional tudo fica mais fácil!.

  2. Glaucia parabéns super recomendo seu trabalho, parabéns pelo artigo tenho certeza que irá ajudar mtas pessoas.
    Gratidão por compartilhar seus conhecimentos, e sempre buscando ajudar as pessoas.
    Bjs e mto sucesso

  3. Parabéns pela matéria Dra Glaucia. Vivemos tempos difíceis, a depressão infelizmente é considerada o mal só século XXI.
    É importante destacar que a depressão não escolhe idade, sexo, religião, condições financeiras ou cor da pele. Todos nós estamos sujeitos. Procure um profissional para se cuidar o quanto antes, não esconda suas crises de angústias.

  4. A base de nossa estrutura mental e emocional é a familia e educação, tanto em casa, como na escola e na religião.
    Nosso fortalecimento emocional nos ajuda ao enfrentamento das adversidades da vida, na escola, no trabalho, no dia a dia.
    Ótimo texto!! Parabéns!!

  5. Glaucia sempre muito profissional abordando assuntos! Admiro muito a postura, e conhecimento, agradeço muito a troca de informações ❤

  6. Muito bom… 👏👏👏 Não existe vida saudável, sem a saúde mental equilibrada. Diante de tudo que vem acontecendo nos dias de hoje, a ajuda de um profissional é primordial.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Verifique também
Fechar
Botão Voltar ao topo
Fechar
Fechar