Sinésio Ribeiro Bastos Filho

Sinésio Ribeiro Bastos Filho

Sinésio Bastos Filho, psicólogo, formado pela Universidade Católica de Minas Gerais – Puc Minas. Especializei-me em psicologia humanista, no Instituto Humanista de Psicoterapia. Defendo e acredito que a psicologia seja muito importante para que se possa analisar nossas angústias e que, seu papel principal seja o da elucidação das nossas relações com o Outro, especialmente o desenvolvimento emocional, particularmente o que diz respeito à estrutura do Ser. Acredito que o ser humano pode se tornar livre e responsável por seus próprios atos, quando isso é desejado para seu desenvolvimento emocional. No entanto, não é fácil ter essa postura e, quando isso acontece, o ser humano tende a tomar caminhos que o livrem disso, como submeter-se a alguma autoridade ou, de maneira oposta, dominar os outros. No entanto, o jeito sadio de relacionamento entre os seres humanos precisa ser produtivo, quer dizer, adotar o amor, que permite que os seres humanos conservem sua integridade e liberdade, mas que também conservem sua união com seus iguais. Esse desprendimento inicial é que conduz nossa procura da liberdade e possibilita relações produtivas, saudáveis, mas não é uma tarefa fácil de executar, já que muitas pessoas se apegam à imobilidade com a intenção de se protegerem dos riscos da liberdade e da responsabilidade. Assim, também, o sujeito que alcança por vontade própria sua liberdade nem sempre consegue aceitar o ônus que se paga, cedendo a um conformismo. Assim, ele se perde e, consigo, perde também a lógica das coisas. Creio que saúde mental se caracteriza pela capacidade de criar e de amar, pela libertação dos laços de afeto com o Eu e o Outro, pela identidade, baseada na experiência que o indivíduo tem consigo mesmo enquanto sujeito e pela capacidade da razão, que o faculta a captar a realidade dentro e fora de si. Fundamento minha prática, dentre outros, em Carl Rogers, que propõe em sua teoria, que o ser humano é dotado de uma natureza essencialmente positiva, e que nos movemos constantemente em busca da autorrealização e que cada indivíduo percebe o mundo de maneira única.
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