Família

4 dicas para voltar ao trabalho após a licença maternidade

A gravidez é, sem dúvida alguma, uma fase repleta de realizações e desafios para as mães e pais. Porém, nada é mais desafiador do que voltar ao trabalho e deixar o bebê tão amado nas mãos de outra pessoa após a licença maternidade. Esse sentimento é comum para a maioria das mães, que relutam ao deixar seus bebês para voltar ao trabalho, podendo desencadear quadros de estresse, ansiedade e depressão.

Neste artigo vamos mostrar que é muito importante para a mãe e para o bebê que a rotina volte ao normal. Para te ajudar, vamos dar 4 dicas de como tornar esse processo menos traumático. Confira!

Tenha pensamento positivo

Encarar qualquer tipo de mudança com o pensamento positivo é primordial para poder unir forças e ultrapassar essa fase difícil. Na volta ao trabalho não é diferente: pense que é muito importante para você retomar suas atividades, assumir responsabilidades em paralelo e continuar em busca do seu objetivo na carreira profissional. Para o bebê, sua ausência também pode ser benéfica: logo cedo, seu filho já se acostumará a ficar longe, garantindo sua independência no futuro.

Fuja do sentimento de culpa

O sentimento de culpa assombra muitas mães no retorno ao mercado de trabalho. Psicólogos garantem que esse sentimento não deve ser alimentado e que, mais importante que a quantidade de horas que você passa com o bebê, é a qualidade desses momentos.

Quando chegar em casa, demonstre toda a saudade que sentiu dele durante o dia, converse, cante e se divirta com ele. O sentimento de culpa por deixar o bebê em casa deve ser substituído pela gratidão e alegria ao chegar em casa e ter ricos momentos com ele.

Planeje a rotina do bebê

O planejamento é a parte mais importante na hora de voltar ao trabalho. Preparando tudo antecipadamente, você ficará mais tranquila durante seu expediente e passará essa sensação ao seu bebê.

Planeje quem será a pessoa ou lugar responsável por ficar com ele; se optar por uma creche ou babá, acompanhe a adaptação da criança e observe seu comportamento nos primeiros dias. Portanto, é importante levar o bebê ou combinar com a babá para que a nova rotina comece antes do início do trabalho, para que você possa acompanhar e, caso haja algo errado, escolher outro profissional ou creche.

Prepare a amamentação para o período após licença maternidade

Se você voltou a trabalhar e seu bebê tem menos de 6 meses, é indicado que você planeje sua amamentação: amamente seu filho antes e depois do trabalho e use a bombinha extratora, retirando o leite para que ele seja amamentado durante o tempo em que você estiver fora. Fique atenta: o leite materno refrigerado tem validade de 24 horas e o congelado pode ser utilizado em até 5 dias.

É possível fazer desse, um período de aprendizado e evolução para a mãe e para o bebê. A volta da licença-maternidade, apesar de dolorida, é saudável e ajuda seu bebê no processo de educação e independência mais rapidamente. Dedicar-se a si mesma e voltar aos seus negócios também é um ato de amor pela sua família. Deixe a culpa de lado, encare o desafio e não desanime!

Ser mãe depois dos 40 anos, é possível?

Nossa psicóloga Kátia Vega deu uma entrevista para a rádio Rio de Janeiro mostrando um pouco dessa realidade. Confira:

Gostou das nossas dicas? Tem alguma sugestão para voltar ao trabalho de uma maneira mais suave? Deixe seu comentário! Aproveite para ler também nosso post sobre carência afetiva.


Referências:

Andrade, Luiza Lobato. “Gênero, Trabalho e Bem-estar Social na América Latina: um estudo das políticas de licenças maternidade, paternidade e parentais no Brasil, Chile e Uruguai.” (2018).

Julião, José Rogério Silva, et al. “A relação entre maternidade e mercado de trabalho: Um estudo sob a perspectiva de uma mãe trabalhadora.” Research, Society and Development 8.4 (2019): 29.

Psicologia Viva
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10 Comentários

    1. Lilian, Boa tarde! Para o bebê, a ausência da mãe também pode ser benéfica: logo cedo, seu filho já se acostumará a ficar longe, garantindo sua independência no futuro. Para maiores informações sugiro que entre em contato com algum de nossos profissionais especializados em orientação familiar. https://blog.psicologiaviva.com.br/

  1. Excelente artigo. importante lembrar que eu só descobri que nós lactantes temos restrições alimentares quando levei minha filha em sua primeira consulta com o Pediatra dez dias após seu nascimento.(A primeira consulta acontece sempre após os sete, dez dias.

    Até então, tudo o que tinha pra comer, eu mandava pra dentro. Já que amamentar dá uma baita fome!

    Mas então o Pediatra de meus filhos me explicou que, alguns alimentos podiam fazer com que a cólica e os gases viessem com mais intensidade provocando mais dor e desconforto para o bebê.

    Parabéns seu artigo ficou ótimo, estou escrevendo sobre o assunto no meu blog, dá uma olhada lá sua opinião será muito importante. abraços

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