Saúde

O câncer de mama e o papel do psicólogo no contexto hospitalar com mulheres acometidas pelo carcinoma 

O Câncer de mama é um tipo de câncer comum entre as mulheres do mundo e no Brasil, correspondendo a aproximadamente 25% dos casos ao ano. Homens podem ser acometidos por câncer de mama, porém é representado por apenas 1% do total de casos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, o cancro de mama em mulheres, antes dos 35 anos, é pouco frequente. Porém, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos.

Vale ressaltar que há um grande aumento de mortes em consequências da doença, e apesar da existência de recursos da ciência e dos avanços tecnológicos, a situação tem se evidenciado como um problema não só social, mas também de Saúde Pública.

O psicólogo é um dos profissionais da saúde responsável por auxiliar o paciente no enfrentamento da doença, no alívio da dor, do medo e de sentimentos relacionados ao futuro. Baseado em estudos científicos no ramo da psicologia, há muito para se discutir sobre os aspectos que levam ao adoecimento do indivíduo. Por isso é pertinente abordar sobre o respectivo câncer de mama e a atuação do psicólogo com mulheres acometidas pela enfermidade.

O câncer de mama

Dentre os cânceres mais conhecidos, o câncer de mama hoje é o maior responsável por óbitos de mulheres no mundo. É um câncer que exige uma enorme atenção da equipe de saúde. É caracterizado por uma neoplasia que afeta uma das mamas e, por vezes, as axilas, visto como um nódulo consistente que pode ser indolor ou não.

Destaca-se que as mamas são estruturas localizadas na parede do tórax, formadas por tecido glandular e tecido fibroso em camada adiposa, que se interligam aos vasos sanguíneos, vasos linfáticos e nervos. O tamanho das mamas pode variar conforme os fatores genéticos, étnicos e alimentares. Possui contorno arredondado e volume em decorrência da gordura subcutânea, exceto na gravidez, pois na medida em que aumenta, outro tecido é formado.

As glândulas mamárias estão situadas no tecido subcutâneo, sobre os músculos peitorais maior e menor. Na parte mais acentuada da mama está a papila mamária, cercada por uma área cutânea pigmentada circular, chamada de aréola. Estas glândulas são sudoríferas modificadas e não têm cápsula nem bainha. Nos ductos lactíferos, são formados de 15 a 20 lóbulos da glândula mamária, destas 16 constituem o parênquima. Cada ducto tem uma parte dilatada, no fundo da aréola, nomeado seio lactífero, que tem a função de acumular o leite. 

Classificação

O câncer é formado por um tumor maligno no tecido da mama, denominado carcinoma, classificados em: câncer de mama não-invasivo e invasivo. Este primeiro reconhecido de carcinoma in situ, por dificuldade de se espalhar pelas regiões do corpo, estão retidos nos ductos ou lóbulos e não invadem os tecidos próximos, sendo: o carcinoma ductal in situ ou CDIS e o carcinoma lobular in situ ou CLIS. Já o segundo, desenvolve dentro dos lóbulos, ductos e penetra dentro do tecido mamário adjacente. O mais comum é o carcinoma ductal invasivo, que sucede nos ductos e representa 80% dos casos da doença.  

O câncer de mama costuma se disseminar pelos vasos linfáticos, provocando uma metástase e distribuindo células cancerosas da mama para os linfonodos localizados nas axilas. Sua interferência na drenagem linfática pode causar linfedema, resultando em desvio da papila, deixando a pele espessa e coriácea, com aparência de uma casca de laranja. Na parte da auréola pode causar retração do mamilo, agredindo os ductos lactíferos. 

Sintomas ou sinais

É preciso ficar atento aos sintomas que aparecem, como por exemplo:

  • Mudança de cor do seio,
  • Enrugamentos ou elevação da pele em uma área do seio,
  • Mudança de tamanho ou formato do seio,
  • Secreção no bico do seio e presença de um ou mais nódulos nas axilas.

Prevenção e avaliação 

Estes nódulos podem ser palpáveis ou não, de modo que existe a necessidade de serem feitos os exames para detectar precocemente o câncer de mama, incluindo-se o auto-exame das mamas, realizado mensalmente pela própria mulher, o exame clínico anual, no qual o mastologista faz a palpação e verifica todo o histórico familiar, solicitando outros tipos de exames como a mamografia (a mama é colocada no mamógrafo para melhor diagnóstico), sendo muito utilizado em mulheres acima de 35 anos. A ultra-sonografia (avaliação por imagem) também utilizado em mulheres abaixo de 35 anos, e após 35 anos com a complementação da mamografia. 

A idade é o principal fator de risco para o câncer de mama. É possível perceber um índice alto da doença até os 50 anos, e após é mais lento. Em razão disso, há outros fatores que contribuem e que estão relacionados à vida reprodutiva da mulher, sendo:

  • A menarca precoce,
  • Nuliparidade,
  • Idade da primeira gestação depois dos 30 anos,
  • Anticoncepcionais orais,
  • Menopausa tardia e terapia de reposição hormonal,
  • Histórico familiar e muita densidade do tecido mamário (entre tecido glandular e do tecido adiposo da mama).

Além da exposição à radiação ionizante, mesmo em dosagem baixa, é um risco especialmente na puberdade, conforme apontam estudos.   

Modalidades terapêuticas

As opções terapêuticas necessárias para o tratamento do câncer de mama são:

  • Cirurgia,
  • Quimioterapia,
  • Radioterapia e
  • Hormonioterapia. 

Cirurgia

É o principal recurso de tratamento do câncer na fase inicial, que inclui a intervenção da mama e axila, começando pelos tratamentos mais agressivos para os menos invasivos sem causar danos para o paciente; é realizada quando o tumor está localizado em condição favorável. A escolha deve ser feita conforme o tamanho do tumor e a localização. 

Uma das complicações da cirurgia é o desenvolvimento de linfedema no membro inferior, que causa algumas alterações de ordem física e funcional no paciente; posteriormente a dissecção de linfonodos axilares, recomenda-se não fazer movimento brusco que comprometa o membro inferior.   

Radioterapia

É utilizada em tratamento adjuvante, depois da cirurgia indicada para pacientes em casos de quatro ou mais linfonodos positivos, segmentectomia, se não for possível realizar outra intervenção cirúrgica e quando os tumores estiverem com aproximadamente 5 cm. Ela constitui-se de raios de alta energia, com capacidade de destruir as células cancerosas, para impedir a multiplicação. Sendo então, um tratamento local, utilizado de modo externo ou interno no paciente com câncer. 

Causa efeitos colaterais pela lesão dos tecidos normais adjacentes ao redor do tumor. A quantidade de radiação deve ser feita mediante a medida em rads, já que a quimioterapia consiste em aplicações de drogas para reduzir o tamanho do nódulo. 

Quimioterapia

Aplicam-se drogas, por meio de injeções intramusculares, endovenosas ou por via oral, para destruir as células malignas. Há combinações de vários medicamentos diferentes, porque nos tumores existem frequentemente subpopulações de células com sensibilidades diferenciadas às drogas antineoplásicas. Os efeitos colaterais como náuseas e vômitos são devido à toxicidade que as células normais recebem.

A quimioterapia adjuvante é indicada para pacientes que estão em risco intermediário ou elevado da doença. Deve-se considerar as características do paciente e o tumor. A quimioterapia prévia é realizada de forma terapêutica para aqueles pacientes em que a cirurgia não é viável. Já a quimioterapia paliativa é utilizada no processo em que a doença está avançada, para aliviar a dor e aumentar a expectativa de vida do paciente. 

Hormonioterapia 

É um dos tratamentos sistêmicos adjuvantes mais eficazes no câncer de mama, para aquelas pacientes que apresentam tumores que expressam os receptores hormonais de estrógeno e/ou progesterona. Os principais efeitos colaterais são os associados com a menopausa. Há possibilidade do uso de estrógeno, por menos de cinco anos, reduzir o risco de câncer de mama, por iniciar a reposição logo após a menopausa, este processo é chamado de gap time.

Outros procedimentos são realizados, como as mastectomias, as cirurgias conservadoras da mama, como lumpectomia e a quadrantectomia no tratamento. 

Lumpectomia 

Conhecida também por tumorectomia, remove apenas o tumor localizado na mama. 

Quadrantectomia 

Consiste em uma cirurgia que retira todo o quadrante da mama, incluindo a pele e a fáscia do músculo peitoral maior.

Mastectomia

É um dos métodos utilizados para retirar totalmente a glândula mamária, desde que as mulheres são apresentadas com alto risco da doença, para assim, melhorar sua expectativa de vida. A mastectomia simples ou total, é o tipo de cirurgia que remove a mama, e preserva a pele para uma reconstrução. Para a mastectomia radical modificada, a mama é retirada com todos os linfonodos axilares e o tecido dos músculos peitorais.  

Após o procedimento, as mulheres que passam pela mastectomia poderão imediatamente ou algum tempo depois fazer a reconstrução da mama e até mesmo as que se submeteram às cirurgias conservadoras. A cirurgia de reconstrução mamária depende tanto do tipo de tumor quanto dos tratamentos pós-cirúrgicos, e poderá ser realizada imediatamente ou após os procedimentos propostos. 

No tratamento do câncer de mama, as cirurgias conservadoras permitem a retirada da glândula mamária em que o tumor está localizado, sem prejudicar a sobrevida total da mama.

Acompanhamento 

Pacientes que passaram pelo tratamento de câncer de mama, precisam ser acompanhados frequentemente por 5 anos. Nos primeiros três anos o exame físico deve ser realizado em intervalos de 3 a 6 meses. De 4 e 5 anos o exame deve ocorrer num intervalo de 6 a 12 meses. Após 5 anos os exames podem ser anuais. Para as mulheres submetidas às cirurgias conservadoras da mama, a mamografia pós-tratamento deve ser feita um ano após a primeira, e em média por 6 meses depois de concluir a radioterapia. 

Intervenção do psicólogo no tratamento oncológico

Doença

O câncer é cercado de dogmas e estigmas, e as pessoas interagem e agem aos dogmas que o cercam. Os tratamentos da quimioterapia, radioterapia e mastectomia deixam o paciente muito abalado. Ele se depara com o corpo fora da sua normalidade e se desespera. O psicólogo intervém desconstruindo o sistema de crenças que o impede de acessar os recursos internos e externos disponíveis para o enfrentamento de uma crise. Além disso, prepara o paciente para a abertura de sentimentos, ajustando-os.

Social

Diante disso, o psicólogo oncológico insere novamente o paciente à sociedade, resgata seu emocional, uma vez que o câncer impõe o limite da possibilidade do tempo de vida, resultante a morte. É sabido que o medo é uma reação natural do sujeito quando está diante de algo que não conhece e o psicólogo deve entender sua individualidade perante a doença, seu histórico familiar e seu contexto cultural e resgatar a coragem existente, mas adormecida antes do cancro.

Família/Cuidadores 

Desde o diagnóstico até o prognóstico o câncer desestrutura as pessoas acometidas pelo cancro, e contribui no surgimento dos conflitos emocionais. Além disso, essa doença afeta cuidadores e familiares do enfermo, por alterar sua rotina e por se sentirem frustrados e impotentes diante deles. Por isso é preciso que os acompanhantes e/ou familiares também possuam apoio psicológico, com o intuito de dar suporte e acolhimento em benefício da eficácia do tratamento.

Enfrentamento 

Em muitos casos, o tratamento do câncer é longo e exige do paciente comprometimento. Ao se submeter aos diversos procedimentos médicos, o cotidiano dessa pessoa fica delimitado o que gera angústia e sofrimento.

O câncer de mama para a mulher é uma das ocasiões mais difíceis de enfrentamento no transcorrer da vida. Esse período de descoberta, tratamento e retorno das atividades diárias foram definidos em três etapas:

  1. O diagnóstico de estar com câncer,
  2. O tratamento longo e agressivo e
  3. A aceitação de um corpo marcado e a convivência com a nova imagem.

As mudanças psicológicas que evoluem com o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama dão início a partir do momento que a mulher desconfia de que o nódulo encontrado pode ser um câncer.

No tratamento de câncer, quando a mulher vivencia a perda da mama, ou parte dela, e se submete ao processo de quimioterapia, queda do cabelo, interrupção da menstruação e rigor alimentar, a paciente desenvolve sentimentos de medo em relação à morte. Suas relações interpessoais podem ser comprometidas, por ausência de intimidades.  

Por se submeter à cirurgia da mastectomia, é comum surgir mudanças no âmbito físico e psicológico, principalmente pelos pensamentos de desesperança. Há também alterações no âmbito familiar e no cotidiano da mulher. Essa perda induz a mulher a se perceber de maneira negativa em relação a sua autoimagem, prejudicando sua sexualidade.

Atendimentos ambulatórios ou consultórios

O papel do psicólogo no primeiro momento no atendimento ambulatorial é acolher e estabelecer vínculo; familiarizar pacientes e cuidadores ao novo, estabelecer com eles melhor entendimento do ambiente em que fazem parte e, se necessário, tirar dúvidas relacionadas ao tratamento. Com essa atitude, evita-se comportamentos mal-adaptativos e pensamentos distorcidos, favorecendo o bem-estar e condições de enfrentamento da enfermidade. No segundo momento, é importante identificar, trabalhar, diagnosticar e propor melhorias para as demandas existentes. Sendo assim, são importantes as avaliações, esclarecimentos, orientações e psicoterapias. Se o paciente precisar de uma intervenção psiquiátrica, deve encaminhar-se aos serviços especializados mais próximos. 

Os serviços prestados pelo psicólogo são realizados em sua maioria de forma individual nos consultórios. Durante o período da internação, o psicólogo responsável deve realizar seu trabalho em atendimentos no próprio leito ou até mesmo em um local reservado, considerando as condições do paciente e/ou cuidador. Para que os atendimentos sejam direcionados ao acompanhante, a equipe multiprofissional ou médica faz a solicitação do serviço mediante a necessidade do mesmo. Podem ser realizados processos terapêuticos, como psicoterapias de grupo ou individuais, com familiares e casais. 

Prática hospitalar 

O psicólogo tem a função ativa e real, sua atuação sucede pelo nível de comunicação, em reforçar o trabalho estrutural, a adaptação do paciente e a família para o enfrentamento da intensa crise. Busca um direcionamento e contribui com apoio, atenção, compreensão, suporte ao tratamento, ênfase nos sentimentos, esclarecimentos da doença e fortalecimento dos vínculos familiares. Sendo uma figura importantíssima, que prepara o paciente para os procedimentos cirúrgicos no pré e pós-operatório, aos exames, no enfretamento da doença e tratamento, dando assistência às patologias e aos transtornos que surgem, de maneira que o paciente consiga participar do processo de tratamento e hospitalização. 

Para oferecer um atendimento apropriado aos pacientes oncológicos, primeiramente é preciso definir um diagnóstico, com uma visão geral da psicodinâmica e problemática, através de uma anamnese para levantar dados de urgência e recursos para um direcionamento e avaliação de resultados. Desse modo, no processo de tratamento de câncer, são trilhadas vias de intervenções que são indispensáveis, e de forma muito rápida é possível traçar um plano terapêutico adequado, com chance de cura.  

Entretanto, é fundamental que o psicólogo oncológico receba apoio de toda a equipe de saúde adquirindo assim bons resultados. Com isso, o conhecimento é relevante ao psicólogo, por ter que identificar os sintomas emocionais dos orgânicos. Um exemplo citado é o câncer de mama, se houver entendimento das questões médicas como o estágio da doença e prognósticos associados, é definido a abordagem apropriada numa melhor contribuição com o paciente e a equipe.

Importância do acompanhamento psicológico

As mulheres acometidas pelo carcinoma e que ainda são submetidas às mastectomias e às cirurgias conservadoras manifestam mudanças de origens física e psicológica, principalmente em relação à imagem corporal. Mesmo depois de passar por uma reconstrução da mama, isso é visto por elas como um momento traumático. Em decorrência de tais circunstâncias, é necessário o acompanhamento psicológico a partir da confirmação do diagnóstico. 

O terapeuta deverá desenvolver na paciente uma postura ativa durante o tratamento, ao enfrentar a perda e as alterações físicas do corpo. Para isso, esse profissional da saúde tem que estar preparado em entender a demanda existente, mediante uma saúde mental, com acompanhamento psicoterapêutico e de supervisão; como forma de dividir as experiências da atuação e também aprofundar-se nos conhecimentos técnicos e científicos da profissão. 

Além do mais, o psicólogo oncológico atua auxiliando as pacientes em alcançar resultados satisfatórios com o tratamento medicamentoso, tecnológico e cirúrgico. Portanto, a figura do psicólogo no contexto hospitalar é tão fundamental quanto às outras formas de acompanhamento, pois o terapeuta ameniza o sofrimento, a angústia e a solidão nesse momento de grave desgaste emocional. Muitas vezes é necessário interpretar através da escuta e do acolhimento, as emoções afloradas do paciente, da família e, por fim, permitir o sucesso do tratamento ou a preparação para a morte como parte da vida.

O câncer de mama é responsável por grande quantidade de óbitos na população mundial. Mediante ao diagnóstico, é comum que as pessoas afetadas e seus familiares tenham medos e dúvidas quanto ao futuro. Em consequência disso, o paciente tem pensamentos negativos, incertezas e desestruturação familiar. O adoecimento proveniente do câncer de mama e seu tratamento geram sérias consequências que podem ser temporárias ou permanentes na vida da mulher. Durante todo o processo de doença, momentos intensos de sofrimento e ansiedade estão presentes na vida da paciente e de sua família. Além disso, o temor de sua própria imagem, os preconceitos sociais, o medo da morte e do surgimento de linfedemas, sentimentos depressivos e de desvalorização social, tendo em relevância a falsa idéia de não ser mais atraente, já que a mama representa a identidade feminina. 

A internação e intervenção cirúrgica tornam-se um acontecimento marcante, além de pensarem que podem nunca mais retornar para casa, o que dificulta a estadia no hospital, resultando em tédio e agonia. No ambiente de internação, conviver com pessoas acometidas pela doença, que enfrentam mudanças na imagem corporal, constrangimentos e desconforto, é muito comum sentimentos de inferioridade, devido a dependência e auto-cuidado dos indivíduos envolvidos no tratamento.

Diante da elaboração desse artigo, quis contribuir e auxiliar para que você tenha uma melhor percepção das questões postas. Nesse sentido, se você e/ou um familiar está enfrentando essa situação e não consegue lidar com toda mudança, coloco-me à disposição para te ajudar nesse processo! É só você agendar sua consulta comigo aqui na Plataforma PSICOLOGIA VIVA. Minha agenda está aberta, conforme seu tempo.

Portanto saiba que você não está sozinho(a) mais nessa caminhada!

Vale frisaram coisa: pacientes que se submetem ao acompanhamento psicológico durante o tratamento do câncer de mama obtêm ganhos significativos, como por exemplo: melhora do quadro clínico, qualidade de vida, aderência aos tratamentos terapêuticos expostos, boa comunicação entre familiares e a equipe de saúde.

Dessa maneira, os resultados positivos obtidos são essenciais para os aspectos emocionais e físicos. 

Agora que você já sabe disso e principalmente da necessidade do acompanhamento psicológico, vamos agendar sua consulta! Aguardo seu retorno, até breve!!!

Denise Ribeiro de Azevedo 

Referências 

  1. CANTINELLI, S. et al. A oncopsiquiatria no câncer de mama – considerações a respeito de questões do feminino. Rev. Psiquiatria Clínica, v. 33, n. 3, p. 124-133, 2006. Disponível em: www.scielo.br/scielo.php?pid=SO101- 60832006000300002&script=sci-arttext
  2. MOORE, L. et al.  Moore anatomia: orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
  3. SILVA, L. C. Câncer de mama e sofrimento psicológico: aspectos relacionados ao feminino. Rev. Psicologia Est Maringá, v. 13, n. 2. p. 231-37, 2008.  Disponível em: www.scielo.br/pdf/pe/V13n2/a05v13n2.pdf
  4. VENÂNCIO, J. l. Importância da atuação do psicólogo no tratamento de mulheres com câncer de mama. Rev. Brás Cancerol, v. 50, n. 1, p. 55-63, 2004. Disponível em: www.inca.gov.br/rbc/n50/v01/pdf/REVISAO03.pdf
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