Desenvolvimento pessoal

O hábito de se comparar: conheça mais sobre este comportamento!

Nos comparamos com o outro o tempo todo, mas será que esse hábito é saudável?

Diante da exigência cotidiana da perfeição (via mídias sociais, na qual somos inseridos) comparar a si próprio com o outro torna-se algo comum. Dessa maneira estaremos sempre na linha do “Ok” ou até mesmo na linha do “sou o pior”, por pensar que nunca será bom o bastante e que sempre terá alguém melhor.

E isso pode afetar diretamente a autoestima do sujeito gerando ansiedade a até mesmo transtornos mais severos como aqueles relacionados à imagem corporal.

Há aqueles que comparam não só a imagem corporal, mas a intelectual, e até mesmo o nível de felicidade. E de tanto comparar-se acabam por esquecer de viver a própria vida.

Mudança de hábito com o auxílio da Psicoterapia Cognitiva-Comportamental

Mas mudar esse hábito de se comparar não significa que será fácil, mas é uma tarefa possível de ser realizada principalmente com ajuda de um profissional adequado, como o psicólogo.

Pois a psicoterapia, mais especificamente a Terapia Cognitiva-Comportamental, atua na maneira como o indivíduo pensa sobre determinadas situações e consequentemente no comportamento. Nesse caso a psicoterapia irá atuar no pensamento automático negativo que o sujeito tem em relação a si mesmo que o faz se comparar o tempo todo.

Esses pensamentos são absorvidos diariamente pelo sujeito até que se torna uma verdade, ou seja, o fato de se comparar e se julgar como inferior nem sempre esteve ali, ele foi aprendido, e portanto, pode ser desconstruído.

Se você se compara com o outro e tem pensamentos negativos sobre esse ato, pode ser que você precise de ajuda psicológica para conseguir enxergar suas qualidades e perceber que você pode ser tão bom ou até melhor que o outro, sem precisar desmerecê-lo.

 

Gabrielle Lazari

Seja bem-vindo ao meu perfil. Me chamo Gabrielle e atualmente atendo pela abordagem Cognitiva-Comportamental; Para essa abordagem a forma como observamos e pensamos sobre as coisas e os acontecimentos influenciam diretamente em nossas atitudes e emoções e para algumas pessoas isso pode gerar angustia e sofrimentos. A abordagem cognitiva (pensamento) comportamental irá atuar e trabalhar com o paciente a forma como o pensamento afeta e os porquês do surgimento desses pensamentos que geram angustia. "Se nossos pensamentos forem limpos e claros, estaremos melhor preparados para alcançar nossos objetivos" (Aaron Back).
Gabrielle Lazari

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