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Brincadeiras e desenvolvimento: Como jogos e brincadeiras estimulam o aprendizado infantil

A importância do brincar

O brincar habita o imaginário da humanidade desde sempre, seja com atividades mais próximas da realidade dos seus pais e cuidadores, até os jogos mais voltados para o mundo da fantasia. A criança que brinca desenvolve com maior destreza

  • A criatividade,
  • A linguagem,
  • Os movimentos do corpo,
  • A concentração,
  • A memória,
  • O raciocínio
  • Entre outras habilidades sociais.

Principalmente quando está em grupo, a criança vai elaborando o contato com novos grupos, para além da família, no qual é o seu primeiro grupo social.

Os vários tipos de brincadeira

Existem inúmeras possibilidade de brincar com os pequenos, desde brincadeiras na cozinha elaborando comidas sempre com supervisão de adultos, no qual é possível despertar na criança o desejo de trabalho em equipe, engajamento, planejamento e muita diversão.

Outra possibilidade é através da contação de história, seja para crianças que ainda não sabem ler ou em fase escolar. A história conduz a navegar por outros lugares, seja contos de fadas ou locais que já existem. É uma prática que estimula principalmente e bastante a criatividade e a linguagem, sendo de muita relevância apresentar livros coloridos. Um exemplo que geralmente atrai as crianças são os desenhos de animais.

Além disso, a prática de contar histórias atrai a criança a sentir interesse pela leitura em outras fases de desenvolvimento da vida. É possível pensar também nas brincadeiras voltadas para as artes, tais como a pintura com lápis, canetas coloridas, tintas, giz de cera, massa de modelar, barro, entre outros, onde é possível se trabalhar a imaginação, a criatividade e desenvolvimento psicomotor.

Em geral, é considerada um tipo de atividade que pode ser praticada em conjunto ou individualmente e que costuma ter uma adesão muito boa por parte das crianças. O desenho também é tido como uma das formas de expressões mais utilizadas durante o processo de psicodiagnóstico, porque, em geral, as crianças têm mais dificuldade em se expressar através da fala a respeito daquilo que as incomoda ou mesmo daquilo que lhes é desconhecido.

Ainda existem as brincadeiras propriamente ditas como infantis, tais como pular corda, amarelinha, jogar bola, corre-corre, que são atividades que mantêm o corpo em movimento através de atividades físicas favorecendo o fortalecimento do tônus muscular.

Os jogos tecnológicos

E as outras brincadeiras infantis também são os jogos de memória, de cartas, de tabuleiros, de montar, onde hoje também é adequado para o formato virtual através de tablet e smartphone. Nesse meio tecnológico cabe sempre uma atenção para observar se a criança está apenas naquele jogo adequado para a sua idade e o tempo de exposição à tela.

Por fim, ainda existem os bonecos e bonecas, sejam aqueles que se assemelham a figuras humanas ou a figuras de desenhos de filmes e séries, onde a criança adota um comportamento similar àquilo que vê e sente.  

É importante ressaltar que não existe uma única forma de brincar com a criança, o que vale é respeitar cada fase em que ela se encontra, até porque possibilita aos pais e cuidadores levar aos profissionais de saúde se a forma de brincar está favorecendo ou não a criança, se há interação, diálogo, compreensão de como realizar cada brincadeira. Ou seja, o lúdico é uma das melhores estratégias de percepção acerca do desenvolvimento humano da criança.  

Geisa Assuncao de Azeved
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