Conheça a importância da neuropsicologia da aprendizagem e memória

O modelo neuropsicológico das dificuldades de aprendizagem investiga as funções mentais superiores abrangidas na aprendizagem simbólica, as quais se correlacionam com a organização funcional do cérebro, necessária para a aprendizagem se processar normalmente.

A atuação do pedagogo e psicopedagogo

O pedagogo e o psicopedagogo atuam na instituição escolar identificando os alunos que possuem dificuldades de aprendizagem, que hoje nós sabemos que advém de diversos fatores, tais como: déficits de atenção, falta de concentração, impulsividade, entre outros.

O aporte que se refere ao processo de ensino-aprendizagem é extensivo, o qual não vou aprofundar neste artigo, neste artigo vou tratar da função do Neuropsicólogo.

A função do neuropsicólogo

O Neuropsicólogo trabalha no contexto das funções executivas, que envolvem as dificuldades de aprendizagem e as suas relações entre o sistema nervoso central, o funcionamento cognitivo e o comportamento; mas não só isso, mas também com as ações básicas que abarcam o diagnóstico e as intervenções clínicas, direcionadas para vários quadros patológicos que prejudicam o sistema nervoso central. 

É através da avaliação neuropsicológica que o neuropsicólogo investigará a magnitude de alterações cognitivas, que pode estar relacionada com lesão ou disfunção cerebral, permitindo uma análise quantitativa e qualitativa do funcionamento cerebral e das funções executivas. 

Esta área é indicada também nos casos onde haja dúvidas com relação a dificuldades cognitivas ou comportamentais de origem neurológica, problemas de desenvolvimento infantil, transtornos psiquiátricos e alterações de conduta.

A importância do diagnóstico neuropsicológico 

O diagnóstico realizado pelo neuropsicólogo objetiva fornecer respostas com respeito à origem e natureza das doenças relacionadas ao cérebro – como essas que citamos acima – auxiliando aos profissionais da pedagogia, psicopedagogia e psicologia, direcionarem a dificuldade de aprendizagem do aluno e/ou paciente com mais assertividade e precisão, ao estabelecer quais recursos cognitivos disponíveis dos indivíduos e quais são os seus desempenhos que devem ser reforçados ou supridos por outros.

Andrea Christiano

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