Quais os benefícios do acompanhamento de um psicólogo na empresa?

Há mais coisas entre os números de um gráfico de desempenho em queda do que sonha a nossa vã estratégia empresarial. Por isso, para saber por que, de uma hora para outra, a produtividade da equipe começou a escorregar, somente apelando para a psicologia organizacional.

“Como assim ‘psicologia organizacional’?”, questionará o administrador. De fato, alguns empresários acreditam que tudo o que precisam para manter o bom ambiente corporativo é distribuir salários gordos e algumas vantagens.

Isso talvez resolvesse, se não fosse o fato de estarmos lidando com pessoas, com seus conflitos e idiossincrasias. Em muitas vezes, nem mesmo o colaborador sabe por que um emprego que parecia dos sonhos, de repente, deixou de brilhar.

Sem falar que, em tempos de metas a serem batidas e concorrência desmedida, os níveis de estresse provocam ansiedade e acendem faíscas que “incendeiam” departamentos inteiros ao menor atrito.

Em vista dessas questões, contar com um psicólogo na empresa é muito importante. Mas, para esclarecer melhor essa afirmação, vamos apresentar alguns benefícios da psicologia organizacional.

Resolução de conflitos

A psicologia organizacional atua dentro do departamento de RH como ferramenta de gestão de pessoas.

Além de auxiliar nas tarefas comuns desse setor — como recrutamento e treinamento de pessoal —, ela se aprofunda nas questões de comportamento que repercutem no ambiente de trabalho.

Trocando em miúdos, sua missão é promover o bem-estar da equipe, tendo em vista que a satisfação profissional tem relação direta com a produtividade.

Como já mencionamos, nem sempre é fácil manter o foco no trabalho. As responsabilidades do cargo, o relacionamento com colegas e a frustração por não se encaixar na estrutura da empresa às vezes atormentam até os melhores quadros. Como resultado, surge o famoso “corpo mole”, as brigas e as demissões.

O psicólogo organizacional é o sujeito mais qualificado para identificar esses problemas e propor soluções, atuando na resolução de conflitos e ajudando o profissional a desenvolver o melhor de si, recuperando o entusiasmo em fazer parte do time.

Aumento da produtividade

Quando potenciais focos de crise são tratados na raiz, desvios de conduta são individualizados e resolvidos com aconselhamento profissional adequado, o ambiente tende a se tornar mais leve, deixando a equipe muito mais colaborativa e focada nos resultados.

Com isso, a produtividade só tende a aumentar. Segundo algumas estimativas, o impacto positivo costuma ser na ordem de 10%.

E isso ocorre porque o profissional se sente prestigiado, pois percebe que a empresa se preocupa e se mostra disposta a auxiliá-lo com seus dilemas. Fica muito mais fácil, dessa forma, encarar a cada dia uma nova jornada de trabalho.

Redução do turnover

Popularmente conhecido como “dança das cadeiras”, o turnover gera uma bela dor de cabeça para o pessoal de Recursos Humanos.

Além da evasão de talentos, sempre que alguém é demitido perde-se tempo e recursos até que um novo elemento seja treinado e inserido no contexto da organização.

Sem contar que, em um ambiente “tóxico”, são comuns as licenças médicas que sobrecarregam os setores e ocasionam quedas de rendimento.

A psicologia organizacional ajuda a reduzir o turnover ao estimular a adoção de procedimentos que melhoram a qualidade de vida do quadro funcional, prevenindo que profissionais valiosos fiquem tentados a aceitar outras propostas.

Portanto, investir em um especialista em psicologia organizacional é uma medida importante para a manutenção de um ambiente de trabalho saudável, formado por pessoas satisfeitas e comprometidas com os objetivos da organização.

Se você concorda com isso, que tal conhecer os serviços oferecidos pela Psicologia Viva? Somos especialistas em orientação psicológica e aconselhamento profissional. Entre em contato conosco e tenha mais informações!


REFERÊNCIAS:

de Medeiros Brum, Analisa. Endomarketing de A a Z: como alinhar o pensamento das pessoas à estratégia da empresa. Editora Integrare, 2017.

dos Santos Silva, Rogério, Alexandre Cappellozza, and Luciano Venelli Costa. “O impacto do suporte organizacional e do comprometimento afetivo sobre a rotatividade.” Revista de Administração IMED 4.3 (2015): 314-329.

OLIVEIRA, MARCO ANTONIO GARCIA. Comportamento organizacional para a gestão de pessoas. Saraiva Educação SA, 2017.

Qualidade de vida dos colaboradores
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