Saiba mais sobre a psicologia das emoções

Mulher sentada expressando preocupação, estudo da psicologia das emoções

Você recebeu uma notícia boa e abre um sorriso. Seus filhos aprontam na escola e você fica aborrecido. Essas e outras expressões sentimentais que fazemos inconscientemente são pesquisadas pela psicologia das emoções.

Essa área do conhecimento dispõe de técnicas e estudos para tentar compreender de onde vêm as emoções. Também tenta explicar quais são as expressões mais comuns entre os seres humanos.

Quer saber mais? Acompanhe o texto e conheça alguns aspectos sobre a psicologia das emoções. Confira!

O que é a psicologia das emoções

Este é o ramo da Psicologia que busca entender como as emoções acontecem, considerando os fatores internos e provocações externas. Por meio de pesquisas científicas, a psicologia das emoções quer saber como elas interferem no comportamento humano.

Para essa ciência, a emoção é um estado mental e fisiológico que está ligado a uma variedade de sentimentos, pensamentos e maneiras de agir. Por exemplo, uma emoção se manifesta de maneira subjetiva por meio dos afetos. Ela também pode se expressar pelas vias fisiológicas, que são o suor excessivo, as pupilas dilatadas e o batimento cardíaco acelerado.

Ainda, a emoção traz modificações comportamentais. É o caso da mudança de voz, na postura e nos movimentos. Sem falar das expressões faciais. Todas essas manifestações são objetos de pesquisa para a psicologia das emoções.

As teorias das emoções

São muitas as teorias que tentam explicar as emoções. Alguns especialistas as consideram fruto de fatores culturais, outros de momentos afetivos e ainda há aqueles que pensam que emoções são processos simplesmente cognitivos.

Por exemplo, existem estudos que demonstram que a emoção advém de uma sensação momentânea. Ou seja, circunstâncias de cunho afetivo modificam o comportamento psico-fisiológico do sujeito e provoca determinada emoção.

Outros estudos indicam que a emoção é uma resposta neurológica. Isto é, ela é produto do sistema nervoso que reage a um estímulo específico.

Para o mestre da evolução das espécies, Charles Darwin, as emoções, principalmente aquelas que advêm das expressões faciais, são inatas. Quer dizer que já nascemos sabendo exprimi-las, como ele mesmo constatou em sua observações em primatas e pessoas que nasceram cegas que sabem expressar emoções naturalmente.

As emoções mais comuns

As emoções não variam muito nas diferentes culturas. O que ocorre é uma mudança na transformação facial para representar cada uma. Sendo assim, as emoções mais frequentes são a raiva, a alegria, a tristeza, o nojo, o medo e a surpresa.

Essas emoções foram retratadas no filme Divertida Mente. A animação traz em seu enredo personagens que representam as emoções mais básicas nas pessoas. O filme se baseou em estudos de psicologia das emoções para formular as habilidades de cada personagem.

Mas, essas emoções não são as únicas. Elas podem dar origem a outras, misturando-se entre si. Por exemplo, a decepção é produto da união da tristeza com a surpresa.

É interessante perceber que as emoções podem surgir em contextos teoricamente inapropriados. É o caso da pessoa ter um ataque de pânico em um ambiente aparentemente acolhedor e tranquilo. Situações como esta demonstram um descontrole no mecanismo das emoções e suas relações com o meio externo. Mais um campo de estudo para a psicologia das emoções.

Conclusão

Essas foram algumas informações sobre a psicologia das emoções. É importante sempre sentir que há um equilíbrio entre as emoções mais comuns. Caso você esteja sofrendo com emoções muito intensas ou queira desenvolver maior controle das emoções e inteligência emocional, é interessante procurar por uma orientação psicológica e entender como funciona o trabalho de um psicólogo.

Se você sente que algo está fugindo do controle emocionalmente? Leia mais sobre saúde emocional.


Referências:

Bock, Ana Mercês Bahia, Odair Furtado, and Maria de Lourdes Trassi Teixeira. Psicologia. Saraiva Educação SA, 2019.

MENDES, JESSICA PAULA DE PÁDUA. “O TRABALHO DO PSICÓLOGO NAS EMOÇÕES INFANTIS: CONSIDERAÇÕES NEUROFISIOLÓGICAS DAS EMOÇÕES.” (2019).

Psicologia Viva

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